segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Viagem...

Tava na dúvida do que postar aqui. Ronaldo se aposentou, acabou o Brasil Open em Sauípe, não tô conseguindo ver os jogos do vôlei. Então, eis que lembro de uma história com o Galvão. Sim, o Bueno. Ele mesmo.

Eu devia ter uns 11 ou 12 anos (sim, se você for buscar as informações em post anteriores, vai perceber que esse período não foi muito promissor na minha vida). Mas felizmente esse post não tem relação nenhuma com a minha enorme falta de atrativos físicos na época. Pelo menos um, né? risos. Aqui trataremos de uma viagem de família!

Que isso tem a ver com o blog? Oxeee, tem o Galvão Bueno na história. Calma que eu vou chegar lá. Quando eu era pequena morava em Itabuna e lá médico é quase rei. Então, todo ano, no dia dos médicos, uma boa parte de médicos se reunia e realizavam uma viagem para algum resort na Bahia para comemorar. Mainha (pode mangar, chamo minha mãe de mainha!) é médica e embarcávamos nessas viagens toda vez que ela dava a sorte de não coincidir com fim de semana de plantão.

Nesse ano específico, fomos prum hotel na Ilha de Itaparica. Tirando o fato que eu tive uma catapora poucos dias antes e que meu irmão judiou de mim, dizendo que eu (que amava água) não ia poder entrar na piscina (e não ia mesmo), a viagem foi ótima. 

O legal foi que o Galvão Bueno tava lá também! Meu pai, pouquissimo pertubado, não deixou ele em paz. Desde a primeira vez que passou pelo Galvão no hotel, ele gritou: "Brasil sil sil!!!!". Na área da piscina, passou por Galvão: "Brasil sil sil!!!!",  no restaurante do hotel, na festa de comemoração do sábado, no café da manhã: "Brasil sil sil!!!!". E essa encheção de saco continuou por todo o fim de semana. Não sei como Galvão não bateu nele, rs.

Acabou que no último dia, domingo, no almoço antes de ir embora, sentada numa mesa lá, com uns amigos de meu pai, Galvão Bueno sentou na mesma mesa. A criatura que vos fala não abriu a boca. Baixou uma vergonha enorme de meu pai e da situação ridícula do "Brasil sil sil!!!!" e não tive coragem nem de pedir licença ao levantar da mesa. Óbvio que Galvão não sabia que o chato era meu pai. Acho inclusive que minha presença na mesa era imperceptível (primeiro, porque eu praticamente não comia, segundo porque eu fiz questão de ficar quieta, só ouvindo tudo, risos). 

Eu, que viajei sem expectativa nenhuma, doente, encontrei o Galvão Bueno - que nunca imaginei possível encontrar (eu o via na TV!!!!), almocei na mesma mesa que ele, gente! Mas a boba foi embora sem nem pedir uma foto, um abraço, um autógrafo... Viagem, né? Ah! E sobre a catapora, risos, fiquei bem, e entrei na piscina e tudo. Meu irmão que se lenhou: foi me pertubar, a catapora passou pra ele. Bem mais forte. Bem feito, rs.

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